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ENTREVISTA COM A ESTUDANTE DE DIREITO, CONSTANCIA FERRAZ

Em entrevista ao Radar do Vale, advogada comenta sobre a atual situação política de Almenara (Reprodução)

Conhecida por ser uma pessoa de personalidade forte e autêntica, a estudante de Direito Constancia Alves Ferraz (Faculdade Anhanguera Belo Horizonte MG), concedeu entrevista na noite desta terça-feira (20), ao colunista do Radar do Vale, Edilson Pessoa. Ela é natural de Belo Horizonte, filha do Saudoso Ney Soares Ferraz. Confira na íntegra:

Radar do Vale: Cara Constancia Ferraz, hoje você residindo em Belo Horizonte, como você analisa vendo de fora a atual conjuntura política da nossa cidade?
Constancia Ferraz: Bom, hoje no país estamos órfãos de políticos honestos, após verificar de perto e analisar cada político, sinceramente, “Almenara é uma puta cheia de filhos sem pais”, onde não somente pessoas de fora abusam dela, mas como os próprios filhos, como disse ao meu esposo: Almenara se sente emancipada do Brasil, as leis Federais/Estaduais não se aplicam em Almenara, mas sim leis criadas acima de uma Constituição. Daqui uns dias teremos “a guerra dos vigias” a emancipação de um município de seu país. 
Radar do Vale: Ventilam muitos nomes de pré candidatos. Você ver alguém no atual cenário político capaz de fazer frente aos atuais grupos dominantes?
Constancia Ferraz: A situação política de almenara é caótica. Temos 3 prefeitos cassados, 1 candidato morto, um abandonou e um o povo não conhece, na situação que Almenara se encontra um homem ou mulher de fibra, que ame a cidade independente de qualquer coisa, de caráter com sabedoria, seria o remédio neste momento. Nomes prefiro resguardar para certo momento.
Radar do Vale: Você pretende ao término da sua formação retornar à Almenara ou se estabelecer em BH mesmo? Quais os planos da futura advogada?
Constancia Ferraz: Eu pretendo com meu esposo retornar sim à Almenara, desejo acompanhar o crescimento da cidade que meu pai tanto amava, por quê eu acredito que Almenara superará todo e qualquer mal, feito a ela e seu povo. 
Radar do Vale: Você é conhecida como uma pessoa de personalidade forte e autêntica, e vivemos em tempos difíceis, um país cheio de problemas sociais gastando fortunas em estádios, o povo nas ruas protestanto. Como você analisa esse atual quadro nacional de protestos e insatisfações populares?
Constancia Ferraz: Estamos em uma época marcante da história brasileira, esses protestos eu os vejo como um desabafo de uma população sofrida e estuprada pelo Estado, um país onde educação não tem valor, um país onde se estuda 5 anos para tentar aprender/entender leis que um semi analfabeto cria. Essas manifestações nada são que a resposta de um povo abandonado, esquecido, escravizado, humilhado e acima de tudo cansado.
Radar do Vale: Para finalizarmos, agradecemos a você pela participação e que você deixe seu recado aos jovens em geral da importância da participação ativa na política e bem como o uso de ferramentas como as redes sociais em busca de causas legítimas. Explane para nós a sua visão sobre isso?
Constancia Ferraz: Bem, em meu primeiro dia de aula na faculdade, me lembro perfeitamente o que minha professora de Ciência Política me disse: “Assim como diz o sábio filósofo Platão – O castigo daqueles que não se interessam por política é seres governados pelos que se interessam.” Uma frase que me fez repensar minhas atitudes sobre politica.
Na mesma época eu estudei também o grande Locke, e as minhas opiniões, críticas vem do mesmo modo de pensar de Jonh Locke onde dizia que dizia a respeito da teoria da tabula rasa que aprendemos com experiências, e, não nascemos sabendo de nada, como também dizia que o homem é o lobo do próprio homem. Em nosso estado natural quando nos sentíamos ameaçados agíamos como lobos contra nossos próprios semelhantes, pois ao nascer tínhamos direitos naturais tais quais a vida, liberdade e propriedade mas para que evitássemos constantes desavenças formaríamos uma sociedade, governos para assegurar tais direitos, portanto criando uma sociedade, contudo um governo que não respeito esses direitos teria o povo no direito de se voltar contra ele.
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