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Polícia Civil prende 31 pessoas por tráfico de drogas em Betim, MG

Pessoas presas tráfico drogas em Betim MG
Segundo a polícia, ação tem o objetivo de desarticular uma das maiores quadrilhas de tráfico de drogas de Betim e região (Foto: Divulgação/PCMG)

A segunda etapa da Operação Olimpo, cumprida na manhã desta terça-feira (25) pela Polícia Civil, resultou na prisão de 21 pessoas ligadas a um organizado esquema de tráfico de drogas que abastecia Betim e região. Cinco das prisões de hoje foram por flagrante, em função de porte de drogas e munições. Outras dez pessoas, entre elas as duas lideranças da organização, já estavam presas desde a semana passada.

Operação teve o apoio de cães farejadores (Foto: PCMG)
Nos seis meses de investigação, a Polícia Civil descobriu que os líderes do esquema são os irmãos Cristiano Esteves Ramos e Marco Aurélio Esteves Ramos. Eles buscavam a pasta base de cocaína em São Paulo e a levavam para o refino em Felixlândia, município localizado Região Central de Minas, onde um dos envolvidos foi preso hoje. De lá a droga era transportada para Betim, escondida em veículos comuns, sendo depois revendida na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH). 
Na etapa anterior da Operação Olimpo, a polícia apreendeu equipamentos utilizados no refino da cocaína. E apurou que, apesar do uso de solventes na droga, a quadrilha conseguia a comercialização do produto final como cocaína “pura e a melhor da região”, segundo repetiam os envolvidos e os usuários, em conversas registradas pela Polícia Civil. 
O delegado Regional de Betim, Kleyverson Rezende, considera que essa foi a maior operação contra o tráfico de drogas ocorrida nos últimos tempos em Betim, já que a principal quadrilha do ramo foi desarticulada. “É uma família com muito poder, que movimentava muito dinheiro e tem membros com envolvimento em outros crimes na cidade”, frisa o delegado.
Além dos equipamentos para refino da droga, a Polícia Civil apreendeu, nas duas etapas da Operação Olimpo, sete veículos, 15 quilos de drogas e munição. O delegado adianta que ainda pretende prender mais quatro suspeitos de integrar o grupo. Outros três envolvidos no esquema já estão mortos. Os investigadores suspeitam que desavenças internas na quadrilha  provocaram os assassinatos. 
Cerca de 100 policiais, com apoio de cães farejadores do Canil da Polícia Civil, participaram da operação desta terça-feira. A investigação do caso, coordenada pelo delegado Kleyverson Rezende, contou com a participação da delegada Cristiane Floriano.
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