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Superintendente do DNIT explica a situação da BR-367, em Minas Gerais

Ponte pega fogo na BR-367
Estrutura sobre córrego do Rubim, na BR-367, caiu por volta das 14h30 nesta terça-feira (Foto: Alessandro Brandão/PM)
Ponte de madeira na BR-367
Ponte sobre o rio Rubim do Sul, na BR-367, fica entre os municípios de Almenara e Jacinto (Foto: Reprodução/Internauta)

A situação da BR-367, em Minas Gerais, tem sido motivo de grande preocupação para os motoristas que precisam trafegar pelo local. Na viagem, de aproximadamente 762 km, é possível encontrar inúmeras obras inacabadas, buracos, pontos da via sem asfalto e pontes de madeira em estado precário, devido a processos do tempo. Atualmente, a estrada é de responsabilidade do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit).
Na manhã de terça-feira (29), em protesto contra as más condições de conservação e trafegabilidade em uma dessas pontes, localizada no km 65 rodovia, entre Almenara e Jacinto, moradores colocaram fogo na estrutura, que caiu por volta das 14h30. A rodovia liga o Vale do Jequitinhonha ao litoral baiano.
Segundo o supervisor regional do órgão, Carlos Evandro Coelho Fonseca, o trânsito de carretas bi-trem é intenso na região, e uma dessas [carretas] aparentemente com excesso de peso e em alta velocidade, teria rompido uma das longarinas da superestrutura da ponte, quebrando também parte do piso do tabuleiro. Ele explica que o Dnit assumiu a rodovia há cerca de 1 ano. Antes disso, a via era de responsabilidade do governo do estado.
“Logo que eu e minha equipe assumimos a direção do DNIT em Minas Gerais, há cerca de 5 meses, determinei a retomada dos estudos para termos o projeto da pavimentação de dois segmentos da referida rodovia: de Minas Novas a Virgem da Lapa e de Jacinto a Salto da Divisa. 
Sem precisar datas, Carlos afirma que, na verdade, a ponte sobre o Rio Rubim do Sul é uma das 3 pontes de madeira que serão substituídas por pontes de concreto, definitivas, mas ressalta que “como a aprovação de um projeto rodoviário é demorado, havia determinado a licitação visando a contratação de uma empresa que iria recuperar a ponte de madeira, construída há décadas, bem como executar alguns serviços complementares visando dar segurança dos usuários, até a construção da ponte definitiva”.
Com a queda da ponte, o órgão está realizando estudos para viabilizar a obra, que tinha previsão de início ainda este ano.
“Com a ocorrência do sinistro, estamos sendo obrigados a tomar outras providências, fora do nosso cronograma. A solução final será, assim, a construção de uma galeria em concreto armado, para a liberação do tráfego, o desmonte e destinação de toda a estrutura de madeira da ponte antiga e a sinalização do ponto. Ao mesmo tempo seguirão os trabalhos para a aprovação do projeto da ponte definitiva”.
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