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Polícia Civil desencadeia 2ª Fase da Operação ‘Calcário da Morte 2’ em Capelinha, MG

Polícia Civil em Capelinha desencadeia 2ª Fase da Operação "Calcário da Morte 2"
Ações ocorrem nos dias 26 e 27 de junho, durante diligência na zona leste de São Paulo (Foto: PCMG/Divulgação)

A Polícia Civil em Capelinha desencadeou a 2ª Fase da Operação “Calcário da Morte 2” cumprindo mandados de prisão preventiva na cidade de São Paulo (SP). Nos dias 26 e 27 de junho, uma equipe de policiais civis, em diligência na zona leste de São Paulo, prenderam Enoch Paranhos da Silva, 30 anos, e Michael Guimarães Silva, de 23 anos, dando cumprimento à ordem de prisão expedida pela Justiça Pública de Itamarandiba. 
Enoch se encontrava foragido desde o dia 14 de abril desde anos, quando conseguir escapar de ação da Polícia Civil que culminou na arrecadação de aproximadamente 4,5kg de maconha e na prisão em flagrante de Ana Clara Costa e Robson Fernandes dos Reis.
Michael assumiu a liderança da organização criminosa com a prisão de Fábio Caetano de Andrade, realizada na 1ª Fase da Operação Calcário da Morte, no dia 3 de junho, também na zona Leste de São Paulo.
Durante a operação, ainda deu-se cumprimento à ordem judicial de recambiamento do preso Fábio que se encontrava acautelado no sistema prisional do estado de São Paulo para o sistema prisional do estado de Minas Gerais, tendo em vista que de dentro da carceragem continuava a exercer a liderança da organização criminosa juntamente com Michael.
De acordo com as investigações, a organização criminosa atuava em Itamarandiba e região e era responsável pelo domínio do tráfico de drogas, cometimento de vários roubos com emprego de armas de fogo e corrompendo adolescentes para a prática de crimes. 
O grupo planejava ainda atentar contra a vida de policiais civis de Itamarandiba bem como invadir e incendiar a Delegacia de Polícia Civil e o Fórum da comarca de Itamarandiba visando subtrair armas, drogas e valores, bem como destruir provas de seus crimes.
Todos os três presos serão recolhidos em diferentes unidades prisionais administradas pela SUAPI e as penas somadas ultrapassam os 30 anos de reclusão para cada um.
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