Vale do Mucuri

MP prende duas pessoas na 2ª fase de operação contra o desvio recursos em hospital de TO

Foto: Reprodução/Inter TV

O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), deflagrou nesta terça-feira, 11 de julho, a segunda fase da operação Bom Samaritano, que tem como objetivo apurar suposto esquema de desvio de verbas públicas destinadas à aquisição de órteses e próteses pelo Hospital Bom Samaritano, em Teófilo Otoni.

Nesta etapa, foram cumpridos dois mandados de prisão preventiva e quatro de busca e apreensão. As prisões foram decretadas pelo Poder Judiciário, atendendo a representação do Gaeco, diante das evidências encontradas no material apreendido na primeira fase da operação, que ocorreu no dia 19 de junho, e da interferência de dois suspeitos no curso das investigações.

Segundo os integrantes do Gaeco, inicialmente, o objetivo da operação era coletar as provas do desvio dos recursos públicos no Núcleo de Reabilitação de Órteses e Próteses do Hospital Bom Samaritano, que já tinha como suspeito um fisioterapeuta, funcionário do hospital. A decisão de pedir a prisão preventiva foi tomada diante da constatação de que o suspeito e seu irmão instruíram uma testemunha a prestar falso testemunho, providenciaram atestado médico falso para justificar o não comparecimento de outra e combinaram de procurar autoridades responsáveis pelas investigações com intenções escusas, sugerindo que poderiam controlá-las, ou seja, que poderiam influenciar delegados e promotores de Justiça no sentido de levá-los a se omitirem no dever do ofício.

Os integrantes do Gaeco destacam que o fisioterapeuta continuou trabalhando no hospital, mesmo depois de uma auditoria interna constatar que cometeu irregularidades na aquisição de órteses e próteses.

Com informações do “Gaeco/Teófilo Otoni“.

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